Ações de fiscalização interditam lanchonetes e dispersam aglomerações em Umuarama

A ação de fiscalização, realizada em conjunto com a Guarda Municipal e com apoio da Polícia Militar, teve início já na quinta-feira (9) e seguiu até a noite de domingo (12).

Por Programa do Tatu

15 de setembro de 2021, 08h26

A pandemia de coronavírus não acabou e não é o momento de relaxar nas medidas de enfrentamento. A orientação é coordenador do Serviço de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde de Umuarama, Valdemir Santos da Silva. Ele alerta que os decretos municipal e estadual estão sendo cobrados com rigor e uma prova disso são as ações de enfrentamento realizadas nos finais de semana na cidade, que resultaram na interdição de ao menos dois estabelecimentos comerciais.

A ação de fiscalização, realizada em conjunto com a Guarda Municipal e com apoio da Polícia Militar, teve início já na quinta-feira (9) e seguiu até a noite de domingo (12). “O trabalho inclui orientações tanto a empresários quanto à população, principalmente com relação à necessidade do distanciamento social, do uso da máscara e do respeito ao horário limite, fixado no decreto municipal, que neste momento determina o toque de recolher entre 0h e 5h”, detalha o coordenador.

Em quatro dias foram lavrados quatro autos de infração, seis orientações, uma notificação, três dispersões de aglomeração e quatro atendimentos a estabelecimentos comerciais abertos após o horário permitido. “Tivemos de interditar uma lanchonete e um bar, além de encerrar uma festa clandestina que estava sendo realizada em uma chácara (inclusive o responsável pelo evento foi notificado). Também identificamos muita gente aglomerada em tabacarias e lanchonetes. Fizemos intervenções em hamburguerias, choperias, bares, carrinhos de lanche e arredores de lanchonetes, onde havia centenas de jovens reunidos”, detalha.

A Vigilância Sanitária alerta ainda que pessoas que insistem em ficar aglomeradas podem ser multadas em R$ 202, com acréscimo de R$ 106 pelo não uso da máscara. “O débito é registrado no CPF da pessoa que não acata as orientações dos fiscais. Geralmente os agentes conseguem dispersar as aglomerações sem problema, mas nosso papel é o de justamente proteger a população neste momento de luta contra o coronavírus”, resume Silva.